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Em 2050, a Europa terá uma população 22 milhões maior do que a atual. Nesse futuro próximo, menos de um quinto dos habitantes viverá nas zonas rurais. No que diz respeito ao mercado de trabalho, apenas 2,5% da população activa estará ligada à agricultura — o que significará uma redução de 3 milhões de trabalhadores em relação aos números de hoje. Também é incerto quantos dos actuais agricultores, dos quais 40% já têm mais de 65 anos, continuarão na atividade. Esses produtores ainda terão de enfrentar a concorrência de agricultores estrangeiros, que operam em explorações agrícolas de 13 a 360 vezes maiores do que as suas. O cenário geral não será de grande optimismo, tanto mais que a população citadina e os orgãos de comunicação social criam crescentemente uma opinião desfavorável sobre quem alimenta com comida a sociedade.