O ministro da Agricultura e Mar defende que o futuro do sector do azeite depende da inovação, mas também de investimento, pedindo que a nova Política Agrícola Comum não perca o que já está a funcionar.
“O azeite é a pedra angular dos contextos mediterrâneos, com conhecidas características em termos de saúde e valor cultural e promover isto vai ser fundamental para termos uma maior presença global. O futuro depende da nossa capacidade de inovar, ao mesmo tempo que mantemos a tradição”, afirmou recentemente o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.
Para o governante, o sector precisa de continuar a inovar, mas também precisa de investimento, tecnologia, competitividade, sustentabilidade e coesão.
O antigo eurodeputado sublinhou que a agricultura “também é defesa”, pois é preciso garantir que a comida chega ao prato.
Contudo, avisou que não é possível fazer mais com menos e, assim, José Manuel Fernandes referiu que Portugal é um dos maiores exportadores de azeite e que o sector teve uma transformação enorme nas últimas décadas, fruto da modernização, de novas tecnologias e da especialização.
Por outro lado, destacou o legado do país em matéria de proteção das variedades de azeitona e de padrões de qualidade.
O ministro da Agricultura, no encontro dedicado aos profissionais do sector do azeite falou também da reputação internacional que nesta matéria Portugal tem vindo a ganhar, “resultado de um esforço coletivo de fortalecimento do setor agroalimentar”, mas também dos grandes desafios globais, que precisam de “uma resposta coordenada”.
