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O consumo de azeite nos Estados Unidos continua em trajectória de crescimento, com perspectivas positivas para os próximos anos. Várias estimativas apontam para um novo máximo de consumo em 2025/26 e para uma expansão sustentada até 2030, apoiada pela procura crescente de alimentos associados a hábitos de vida mais saudáveis.

A tendência tem sido reforçada pela imagem do azeite como uma gordura saudável, o que tem impulsionado a sua presença na dieta dos consumidores norte-americanos. Ao mesmo tempo, o mercado dos EUA já se consolidou como um dos maiores do mundo e poderá aproximar-se ainda mais dos níveis registados pela Itália nos próximos anos.

A recente valorização do dólar face ao euro permite também que o kg de azeite chegue ao consumidor a custar menos dólares.

Apesar deste crescimento, a produção interna norte-americana continua muito abaixo do nível de consumo, obrigando o país a depender fortemente das importações. Para os exportadores, os EUA mantêm-se assim como um mercado altamente atrativo, mas também mais competitivo e sensível à evolução dos preços, das tarifas e da inflação.

Em síntese, o mercado norte-americano de azeite deverá continuar a expandir-se, com as importações a permanecerem dominantes e com a procura sustentada pela tendência global para dietas mais saudáveis.